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O
CONCÍLIO MUNDIAL DE IGREJAS: UMA EXPRESSÃO VISÍVEL DA UNA SANCTA?
Da Revista Orthodox Tradition, Vol. XIII, N°. 3&4,
pgs 4-10.
Tradução: Rafael Daher

1. Em 1971, o então Patriarca da Sérvia, Germano, como presidente do “Concílio Mundial de Igrejas (CMI)”, assinou em conjunto a seguinte “mensagem” desta organização ecumênica em Genebra:
E o
poderoso sopro da renovação irá encher toda a Igreja, assim como cada
uma de suas comunidades; pois estas não são simples unidades
administrativas, mas todas constituem parte de uma grande Igreja Cristã
(1).
Esta é uma clara formulação de heresia eclesiológica conhecida como
Teoria dos Ramos: a existência de uma grande Igreja Cristã que engloba
várias comunidades cristãs.
A Igreja da Sérvia entrou no CMI em 1965 (2), época em que Patriarca
Germano começou a participar ativamente do movimento ecumênico – de
fato, imediatamente após esta declaração mencionada acima -, o
inesquecível dogmatista, Arquimandrita Justino (Popovich), deixou de
considerá-lo um Hierarca Ortodoxo e cortou sua comemoração canônica,
assim como todas as relações eclesiásticas com ele. (1)
Por isso o Patriarca não participou do funeral do Padre Justino (†25 de
Março 1979)…. (3)
O prestígio e a autoridade do Padre Justino, esta forte figura
Patrística, é muito conhecido:
“Sua reputação como um Padre e Professor universal da Igreja, que se
apegou de maneira persistente à Cruz e seu testemunho e ao sustento das
marcas de Cristo, transcendem os limites da Igreja da Sérvia e
espalham-se pelo mundo inteiro” (4); “Pe. Justino não falava apenas como
um indivíduo, mas como a boca da Igreja, ele expressou a consciência da
Igreja, a Fé da Igreja” (5); “O ensinamento do Pe. Justino é uma
continuação dos ensinamentos dos Santos Padres da nossa Igreja e
especialmente o último grande Padre, São Gregório Palamas”. (6)
2. Nós consideramos que vale à pena dar
referências aos estatutos e testemunhos patrísticos do Pe. Justino
(Popovich), mas também devido aos fatos recentes, lidar um pouco,
brevemente, com a natureza e o trabalho do CMI.
Um ecumenista muito conhecido coloca a seguir uma questão sobre os
problemas discutidos no seio da organização ecumênica de Genebra:
O CMI é o instrumento pelo qual as Igrejas Cristãs expressam sua unidade
em Deus, ou é o instrumento pelo qual as Igrejas divididas buscam
restaurar a unidade de fé, estrutura e testemunho? (7)
Um grupo dos membros do CMI vê o Concílio como uma expressão visível da
Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica (Una Sancta), enquanto a outra
parte o respeita como apenas uma simples ferramenta em busca da
realização da unidade:
As Igrejas Ortodoxas participam desde o início desde o início do
Concílio, pois elas acreditam firmemente que estão lidando com apenas
uma simples ferramenta... (8)
Em primeiro lugar e antes de tudo, devemos enfatizar com firmeza a
falsidade desta visão de que “as Igrejas Ortodoxas participam... desde o
início do Concílio”.
A verdade é que não existiu uma participação Pan-Ortodoxa na primeira e
fundadora Assembléia Geral do CMI, em Amsterdã, Holanda (22 de Agosto –
4 de Setembro de 1948): “Apenas o Patriarcado Ecumênico e as Igrejas da
Grécia e Chipre enviaram representantes.” (9)
E a Igreja Ortodoxa além de não ter sido totalmente representada, mas
também um mês mais tarde, expressou um forte protesto contra ele –
virtualmente Pan-Ortodoxo em caráter - além disso, dez líderes e
representantes das Igrejas Autocéfalas de Alexandria, Antioquia, Rússia,
Sérvia, Romênia, Geórgia, Bulgária, Polônia, Tchecoslováquia, durante o
Congresso de Moscou 8-18 de Julho de 1948), se recusaram a participar do
movimento ecumênico, pois consideraram o CMI como um caminho para a
criação de uma “Igreja Ecumênica”. (9)
Esta visão foi provada como uma verdade indiscutível durante o andamento
da organização ecumênica em Genebra.
3. O CMI nunca deixou de sentir e demonstrar
explicitamente o pensamento de que ele é uma super-igreja, e tudo isso
tem sido, junto com muito outros fatores, a fonte de vários temores em
relação às diversas facetas do Concílio.
Há vinte anos atrás, um veterano ecumenista resumiu a crítica Ortodoxa
sobre o Concílio Mundial de Igrejas da seguinte maneira:
Mas semelhantes extremismos, desvios e idéias modernistas, a polarização
e a secularização do Concílio Mundial de Igrejas, assim como as
tendências dos diálogos teológicos para evitar a própria verdade,
obrigou a Igreja Ortodoxa a ter uma atitude crítica quanto a ele. Então,
Ortodoxos competentes julgam que a Igreja Ortodoxa deve repensar sua
decisão de participar do Concílio Mundial de Igrejas, se ele não impedir
a presente crise e impedir o perigo da secularização, o seu
‘horizontalismo’ [uma preocupação com assuntos mundanos], e voltar à sua
idéia original, puramente eclesiológica. Outros, novamente, sustentam a
mesma opinião do ponto de vista teológico, que é este Concílio, que
busca e atua eclesiologicamente sem ser uma Igreja, traz um grande
problema eclesiológico difícil de resolver, um problema que a Igreja
Ortodoxa irá ser obrigada a confrontar. (10)
A mais profunda crise do CMI, relacionada à sua identidade eclesiológica
e atitudes, que apareceram algumas vezes antes mesmo de seu início,
certamente ainda não foram resolvidos e o CMI está muito preocupado com
isso, como ficou claro nas duas últimas assembléias em Genebra. A
primeira (Junho de 1965) distribuiu um comunicado com o tema “Um
entendimento comum e uma visão do mundo do Concílio Mundial de Igrejas”,
assim como seus objetivos e uma “total reavaliação do compromisso das
Igrejas Ortodoxas e certas incertezas específicas sobre suas relações
com o CMI”. (11)
O segundo (Setembro de 1995) lidou com um texto da Secretaria Geral
sobre o “significado de ser um membro do CMI” e resolveu que o estudo
“sobre a futura orientação do CMI” deveria continuar. (12)
É muito correto, então, observar que:
A não-existência de uma identidade essencial (eclesiológica) cria
ilimitados espaços para confusões, desacordos, e arbitrariedades em
todos os casos de decisões que envolvem as orientações e os objetivos
básicos do CMI. (13)
4- Talvez, entretanto, os Ortodoxos
anti-ecumenismo exageram em afirmar que o CMI é, entre outras coisas,
uma síndrome de super-igreja e uma tendência a manifestar-se como um
tipo de autoridade suprema supra Ecclesiam.
Para provar a nossa posição, iremos citar, além da mensagem de abertura
de 1971, o que a Secretaria Geral do CMI definiu em 1991: Nós
acreditamos que o CMI tem a missão de abraçar todas as igrejas, membras
ou não. Todos os nossos programas foram designados para todos os
Cristãos, e não para apenas os nossos membros...! (14)
Em 1993, o oitavo-membro da presidência do CMI, em sua mensagem de
Pentecostes endereçada às “igrejas” membras e que foi assinada pelo
Patriarca Partênio de Alexandria, escreveu o seguinte:
“Nós podemos, como uma Igreja, afirmar nossa solidariedade à mulher...”
(15)
Em 1994, mais uma vez na mensagem de Pentecostes, os presidentes
escreveram algo parecido, e coisas ainda piores, ainda com a assinatura
do mesmo Patriarca:
Nosso mundo está muito diferente desde que mandamos a nossa última
mensagem de Pentecostes. Mudanças que tiveram grande repercussão
ocorreram. A Igreja é obrigada a ouvir este chamado para dar apoio
espiritual e exemplos de virtude aos homens, em um mundo que persiste em
buscar valores para a vida... Vamos, então, ser vigilantes e corajosos,
como membros do Corpo de Cristo, como se fossemos construir a nossa fé
em uma nova família, num contexto de busca por uma nova ordem mundial!
(16)
Estes poucos testemunhos são suficientes para provar a síndrome
paternalística do CMI, que se estende a um inquestionável peso
eclesiológico, cujas críticas de todos os Ortodoxos contrários ao
ecumenismo focam diretamente neste ponto, ao declarar o movimento
ecumênico como uma heresia eclesiológica.
5- O único tema que lidamos constantemente é
sobre a participação Ortodoxa no CMI como gravemente pecadora, pois –
além de outras considerações-, sua participação nesta organização, suas
orações em conjunto, suas cooperações, e a assinatura em seus
pronunciamentos, sua ajuda a esta confederação em Genebra, cultiva sua
consciência como uma “Igreja Ecumênica”, e ela se auto-projeta com o uma
expressão visível da Una Sancta.
É inútil aos Ortodoxos ecumenistas afirmarem enfaticamente que “a Igreja
Ortodoxa nunca irá reconhecer o CMI com um corpo eclesiástico, com os
traços de Una Sancta.” (17)
É inútil aos Ortodoxos ecumenistas formularem “uma série de desideratos
para uma mais aproveitável e mais frutífera participação das Igrejas
Ortodoxas no CMI.” (18)
É inútil, finalmente, quando eles se referem ao “uso positivo e útil dos
serviços que o CMI tem oferecido e continua a oferecer” em um plano
social e filantrópico “às suas Igrejas membras.” (19)
E nós sublinhamos a palavra “inútil”, pois nenhum precedente pode nos
dissuadir de uma avaliação puramente teológica e eclesiológica do
movimento ecumênico (e do CMI), que de forma genuína constituiu “uma
trágica alienação da atualidade da Igreja.” (19)
A posição definida pelo inesquecível Padre Justino (Popovich) nos mostra
o caminho correto, e que os fatos mostram a necessidade e “o dever da
Ortodoxia sair do CMI”. (20)
Nós repetimos, os Ortodoxos ecumenistas pecam gravemente:
-pois o fato de suas participações em uma confederação feita por homens,
constituiu de facto um abandono da eclesiologia Ortodoxa e uma alteração
e corrupção da verdade sobre a Igreja;
- pois, com suas participações no CMI, eles diminuem o prestígio da Una
(e Única) Santa Igreja Ortodoxa, “aceitam como pedintes assistências
anuais do Concílio de Igrejas Protestantes” (21) e buscam conexões com
os outros “membros orgânicos” de diversas comunidades heterodoxas, “cada
uma com a sua morte espiritual”; (22)
- pois eles contribuem de forma irrevogável para a realização dos sonhos
sincretistas do CMI, em um nível inter-Cristão e inter-religioso, no
qual eles admitem algumas “tentativas” feitas por teólogos do terceiro
mundo, para ampliar o escopo do CMI, abraçando todas as outras
religiões, com a afirmação de que o “termo ecumenismo sugere todo o
mundo habitado, e não apenas os Cristãos que fazem parte dele”. (23)
- pois, finalmente, eles confirmam o exato conteúdo que o movimento
ecumênico, como já era esperado, “há muito tempo vem se degenerando, e
hoje tem como objetivo uma pan-religião.” (21)
Concluindo, mais uma vez endereçamos uma questão angustiante,
impulsionados pelo amor fraternal, aos ecumenistas Ortodoxos que estão
entre nós:
"Quo vadite, Orthodoxi Oecumenisti?"
"Para onde vão, Ortodoxos Ecumenistas?"
Notas de rodapé
(1) Orthodoxos Typos, No. 144/JunHO 15, 1971, pág. 4, partes do texto.
(2) Durante a Assembléia do Comitê Central das comunidades do CMI, em
Enungu, Nigéria, 12-21 de Janeiro de 1965, (c.f. Vasilios T. Stavrides,
History of the Ecumenical Movement, Analekta Vlatadon 47, pág. 150 e157,
Tessalônica, 1984).
(3) Temos diante de nós relevantes testemunhos de sérvios filhos
espirituais do Pe. Justino. Consultar também Tasos Michalas, Ten Days
with the Orthodox Serbs, pág. 37, "Heptalophos" Publications, Athenas,
1983, que aqui é uma referência para este ocorrido, naturalmente sem
qualquer menção às razões. A recente posição Ortodoxa do Bispo Artêmio
de Rashka-Prizren confirmam a atitude do Confessor Sérvio. Bispo
Artêmio, que é da mesma estatura do Pe. Justino, enviou ao Sínodo Sérvio
seu memorandum intitulado “A Igreja Ortodoxa Sérvia e o Concílio Mundial
de Igrejas” (17 de Novembro de 1994), no qual declara que o ecumenismo
consiste em uma heresia eclesiológica, citando posições patrísticas
deste Ancião, e propondo a saída dos sérvios do CMI, que – segundo seu
memorandum- é uma assembléia de hereges (ver o texto em inglês na
revista Orthodox Tradition, Vol. XIII, No. 2 [1996]).
(4) Pe. Vasilios Voloudakis , “Before the Grave of Fr. Justin”, em
Orthodoxos Typos, No. 356/ 11 de Maio, 1979, pág. 2.
(5) Arquimandrita Jorge, Abade do Santo Monastério de São Gregório
(Monte Athos), " Memorial Address in Honor of the Blessed Father Justin
Popovich on His Forty-Day Memorial Service," em Ho Hosios Gregorios, No.
5/1980, págs. 45-47 (emphasis ours).
(6) Nós lembramos (os nossos leitores) que o inesquecível Pe. Justino,
em seu histórico Memorandum (13/26 Novembro de 1974), caracterizou o CMI
como herético, humanista, criação dos homens, adoração do homem, sobre
sua posição sobre a participação Ortodoxa no movimento ecumênico e no
CMI, ele a definiu como um deplorável e odioso conflito contra a Santa
Tradição, degradação servil da Santa Igreja; e finalmente, enfatizou a
decisão (uma decisão Pan-Ortodoxa) de que a Igreja Ortodoxa como membra
orgânica do CMI é uma atrocidade apocalíptica, heterodoxa e
anti-ortodoxa, uma indignidade monstruosa e uma traição sem precedentes.
(Veja o texto completo em Memorandum in Koinonia, Março-Abril 1975,
págs. 95-101; também em Orthodoxos Typos, No. 235/Junho 1975, e em
Orthodoxos Enstasis kai Martyria, Nos. 18-21/Janeiro-Dezembro de 1990,
pp. 166-173.)
(7) Prof. Pe. Emmanuel Clapsis, ‘What the Spirit is
Saying to the Churches’ Missionary Implications of the 7th General
Assembly of the WCC," no volume da coleção de G.N. Laimopoulos, The 7th
General Assembly of the World Council of Churches—Canberra, February
1991—Chronicle, Texts, Evaluations, p. 247, "Tertios" Publications,
Katerini, 1991.
(8) Especialmente notável é o fato de que a participação de
representantes Ortodoxos, “escolhidos de última hora” e que “não sabiam
em que votariam em primeiro lugar” no CMI, se passou por uma
“fraternidade de Igrejas jure profano (segundo a lei secular), de acordo
com o Artigo 66 do Código Civil Suíço, depois dividida quando “uma
debate foi provocado” e “uma diferença ter surgido” e finalmente,
“reportagens separadas foram submetidas ao Santo Sínodo (da Grécia), e a
guerra de palavras entre os membros da delegação está longe de
terminar”! (Ver Gerasimos J. Konidaris, " Amsterdã,"
entry in the Threskevtike kai Ethike Enkyklopaideia, Vol. 2, cols.
395-396, Atenas, 1963.)
(9) V.T. Stavrides, ibid., pp. 111-112. Deve ser notado que em Amsterdã
na Secretaria Geral Holandesa, citadopor Visser Hooft, entre outras
coisas, expressou as seguintes categorias sobre a criação e os desafios
do CMI: “(1) estamos construindo uma nova igreja, a qual não há modelos
na história da Igreja; (2) o Concílio Ecumênico, sem substituir as
Igrejas, constituiu uma irmandade, que busca expressar a unidade em
Cristo das 147 Igrejas (c.f, todos os que buscam participar da 1º
Assembléia Geral – nota do tradutor da primeira versão), entre todos que
são Igreja Ortodoxa histórica e as outras Igrejas; (3)... o único
propósito, que merece atenção do Concílio de Igrejas, é a manifestação
da Igreja indivisa.
(10) John Karmiris, The Orthodox Church in Dialogue
with the Heterodox Churches, págs. 79-80 em V.T. Stavrides, ibid., pág.
204. Cf. Nicholas A. Matsoukas, The Ecumenical
Movement/History-Theology, Philosophical and Theological Library, No. 4,
pág. 278, n. 67, "P. Pournaras" Publications, Thessaloniki, 1991.
Veja também, Vasilios Stavrides, "Orthodox coöperation in the Ecumenical
Movement," Episkepsis, No. 205/ Março, 1979, pág. 14.
(11) Episkepsis, No. 519/ 30 de Junho, 1995, pág. 24. O “encontro”
ocorreu após um convite da Secretaria Geral do CMI ao “Centro Ortodoxo
do Patriarcado Ecumênico” em Chambessy, em Genebra, e Ortodoxos,
não-calcedonianos, e executivos participaram dele (19-24 de Junho,
1995). Veja a reportagem completa em Enimerosis (Genebra),
11-1995/7-8, pp. 3-5: "The Future Course of the World Council of
Churches[:] the Subject of a Consultation of Its Leadership with the
Orthodox and Ancient Oriental Christians," and pp. 10-12: "Orthodox and
the World Council of Churches—the Difference between Responsible
Criticism and Malicious Misinformation" ("Note" by Protopresbítero
George Tsetsis) (impresso também por Ekklesiastike Aletheia, No.
401/1-16 de Setembro, 1995, pág. 10).
(12) Enimerosis, 11-1995/9, p. 2: "World Council of Churches—the 46th
Regular Meeting of the Central Committee."
(13) Chrestos Yannaras, The Truth and Unity of the Church, capítulo 4,
"The Problem of Unity Today," 10, "Confederational Unity," pág. 206, "Gregore"
Publications, Athenas, 1977 (emphasis ours).
(14) One World, No. 168/Augosto Setembro 1991, pág. 17: "A Mirror of
Diversity—A Conversation with Emilio Castro" .
(15) Ecumenical Press Service, No. 10/93.04.15: "Pentecost Message from
the WCC".
(16) Ecumenical Press Service, No. 9/94.04.36: "Pentecost Message from
the WCC Presidents."
(17) Enimerosis, 11-1995/7-8, pág. 4. Esta posição foi dada pelo
Metropolita João de Pérgamo, que falou na reunião de Genebra citada
acima (veja notas de rodapé n° 11) sobre o tema “O entendimento Ortodoxo
e a Participação das Igrejas Ortodoxas no Movimento Ecumênico”.
(18) Protopresbítero George
Tsetsis, "Orthodox and the World Council of Churches—the Difference
between Responsible Criticism and Malicious Misinformation," in
Enimerosis, 11-1995/7-8, págs. 10-12.
(19) Yannaras, op. cit., pág. 216.
(20) V.T. Stavrides, op. cit., p. 216. Veja também Episkepsis, No.
205/March 1, 1979, p. 13.
(21) Arquimandrita Espiridião Bilalis, Orthodoxy and Papism, Vol. 1:
Critique of Papism, págs. 376 and 377, "Orthodoxos Typos" Publications,
Athenas, 1969.
(22) Arquimandrita Justino (Popovich), Memorandum (see footnote 6).
(23) Enimerosis 9-1993, p. 8 "An Orthodox Self-Examination of the
Ecumenical Movement Today: Topic of an Address in the Context of
Presentations in Memory of Georges Florovsky."